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Me conta onde dói

LEA.IA

Privacidade

O que o site guarda e como você decide.

Esta página conta o que o site da LEA.IA guarda, para onde vai cada dado e como você decide. Ela vale para o site uselea.ai e para a página de conectar o Instagram. Não cobre outros endereços que terminam em uselea.ai.

Em poucas linhas

  • O site não tem cadastro nem formulário que guarde o que você escreve.
  • A medição de uso só liga se você aceitar. Você muda a escolha quando quiser.
  • Os botões de WhatsApp abrem o seu aplicativo com a mensagem pronta. Nada chega ao Luiz sem você tocar em enviar.
  • No WhatsApp, o Luiz pode chamar o time de inteligência artificial da LEA.IA para ler e responder a conversa.
  • Quem conecta o Instagram deixa com a gente uma chave guardada cifrada e pode cortar essa chave quando quiser.
  • Não vendemos dados, e a sua visita não é usada para mostrar anúncios a você.

Quem cuida dos seus dados

Quem responde pelos dados deste site é Luiz Gustavo do Amaral, responsável pela LEA.IA, que assina como Luiz Amaral. Na lei de proteção de dados, a LGPD, ele é o controlador, a pessoa que decide como os dados são usados.

Para qualquer dúvida ou pedido sobre os seus dados, escreva para luiz.amaral@grupo-lea.com. Quem responde é o próprio Luiz. O time de IA pode ajudar a ler e organizar o seu pedido.

O que o site guarda

O site fica na Vercel, uma empresa de hospedagem. A cada página aberta, ela registra o endereço de internet do aparelho, o navegador, a página e a hora. Quando um perfil do Instagram se conecta ou recebe um post, o registro guarda também o @ e o código do perfil. Esses registros servem para o site funcionar, para achar erros e para barrar ataques.

No painel da hospedagem, a LEA.IA vê esses registros por no máximo 1 dia. Quando investigamos um erro, um trecho pode ficar guardado por até 4 meses no servidor do escritório e nas cópias de segurança. A Vercel pode guardar os registros por mais tempo, pelas regras dela, para a segurança da própria rede.

Nas páginas do site, o seu navegador guarda só a sua escolha sobre a medição, com a data e a versão deste texto. Ela fica no seu aparelho e não vai para nenhum servidor. Dura até você mudar de ideia ou limpar os dados do navegador. Alguns navegadores apagam antes, e aí a faixa pergunta de novo.

A página de conectar o Instagram grava, além disso, um cookie de segurança. Ele confere se quem voltou do Instagram usa o mesmo navegador que começou a conexão. Dura 15 minutos e é apagado quando a conexão termina.

As letras, as imagens e os vídeos vêm do próprio site. Nas páginas do site, antes do seu sim, o seu navegador conversa só com o site da LEA.IA. Nenhuma ferramenta do Google, da Meta ou de outra empresa é carregada. Se você abriu o site pelo navegador de dentro do Instagram, valem também as regras do Instagram.

A medição, só com o seu sim

Logo que você começa a rolar o site, uma faixa embaixo da tela pergunta se pode medir o uso. Enquanto você não aceitar, nada é medido. Se você recusar, também não.

Se você aceitar, o site liga o Google Analytics, pela ferramenta Google Tag Manager. A medição conta:

  • as páginas vistas e de onde você chegou, como um post do Instagram
  • até onde você rolou a página e quanto tempo ficou nela
  • a porta que você tocou, o cartão que abriu e o vídeo que viu
  • de qual parte do site saiu cada toque no WhatsApp
  • o tipo de aparelho, o navegador e a cidade aproximada, que o Google calcula pelo endereço de internet

Para isso, o Google grava no seu navegador os cookies _ga e _ga_ seguido de um código. Eles reconhecem o seu navegador por um número aleatório, sem o seu nome, e duram até 2 anos depois da última visita.

A medição nunca recebe o texto que você escreve no campo do fim da página, nem nome, telefone ou e-mail. Ela não é usada para mostrar anúncios e não é cruzada com outras bases. Serve para saber quais dores mais tocam quem visita, quais posts trazem visitas e o que melhorar no site.

Os dados da medição vão para o Google, com servidores nos Estados Unidos e em outros países. É por isso que a faixa pede o seu sim antes. No Google, os dados ligados ao número aleatório ficam por até 14 meses. Depois sobram só totais, que não identificam ninguém.

A página de conectar o Instagram não tem medição.

Para mudar a escolha, toque em “Rever minha escolha de cookies”, no rodapé do site. Se você tirar o sim, a medição para na hora e o site apaga do seu navegador os cookies da medição. O que já tinha sido medido continua nos relatórios até o prazo acima, a não ser que você peça para apagar. A medição não sabe quem você é. Por isso, para apagar, vamos pedir o número que o Google gravou no seu navegador, e explicamos como achar.

Você também pode bloquear ou apagar cookies nas configurações do seu navegador.

O WhatsApp

Os botões do site abrem o seu WhatsApp com uma mensagem já escrita, como a dor do cartão que você tocou. Você pode mudar o texto ou desistir. Para o Luiz, nada chega antes de você tocar em enviar.

O que você escreve no campo “Conte a sua dor em uma frase” não fica no site e não entra na medição. Ele só vira a mensagem pronta no seu WhatsApp.

A conversa é com o Luiz, no WhatsApp dele, pelo número (19) 3402-3776. Como toda conversa no aplicativo, ela passa pelos servidores do WhatsApp, que é da Meta. As mensagens ficam no WhatsApp do Luiz, no celular e num programa no computador dele, que guarda uma cópia para o time poder ler. Cada mensagem nova passa também pelo servidor do escritório da LEA.IA, nos Estados Unidos, só para conferir se o Luiz chamou o time. Sem o chamado, ela não fica guardada lá.

Usamos o que você conta para entender a sua dor, responder e montar a proposta que você pediu.

O Luiz trabalha com um time de agentes de inteligência artificial. Quando ele chama o time ou pede um resumo, a IA lê a conversa. Ela resume o pedido, organiza o próximo passo e prepara a resposta. Para isso, a conversa passa por um serviço de inteligência artificial e pelo servidor do escritório, nos Estados Unidos.

Os agentes escrevem do número do Luiz, e só quando ele chama o time na conversa ou aprova a mensagem antes. Depois do chamado, eles respondem sozinhos até o Luiz encerrar ou até a conversa ficar um dia parada. Cada um se apresenta pelo nome, como assistente da LEA.IA. Eles são inteligência artificial, não pessoas. Fechar valor, aceitar proposta, marcar data, assinar e pagar são sempre do Luiz.

O resumo do seu pedido fica nas pastas de trabalho da LEA.IA, sem cópia das suas mensagens. Ele serve para lembrar o que você pediu e o que foi combinado. Se você pedir, apagamos em até 15 dias o resumo e o que o time guardou da conversa. As cópias de segurança cifradas se renovam e saem sozinhas em até 3 meses.

Conectar o Instagram

A página uselea.ai/conectar liga um perfil profissional do Instagram à LEA.IA, para ela cuidar dele. Por ela você autoriza a LEA.IA a publicar no perfil e a ler os números dele.

A autorização acontece na própria página do Instagram, e a LEA.IA nunca vê a sua senha. Quando você aprova, o Instagram entrega ao site da LEA.IA uma chave de acesso ao perfil. Junto com ela vêm o código de identificação do perfil, o @, o nome, o tipo de conta e as permissões que você deu. Na tela de confirmação aparecem a foto e os números do perfil. A foto vem direto do Instagram, e nem ela nem os números são guardados.

A chave fica guardada cifrada num cofre privado da Vercel, nos Estados Unidos. O site foi feito para a chave só ser aberta pelo próprio código dele, na hora de usar. Ela não vai para o escritório da LEA.IA, para e-mails ou para os registros do site. No mesmo cofre ficam os dados do perfil que vieram com a chave e as datas da conexão e da chave.

Com a chave, a LEA.IA faz duas coisas:

  • publica no perfil os posts que você aprovou, ou que aprovou quem você combinou com a gente
  • lê os números do perfil (seguidores, perfis seguidos e posts) e a lista dos posts recentes, com link e começo da legenda

A permissão que o Instagram pede inclui também as estatísticas de alcance dos posts. Hoje a LEA.IA não usa essa parte.

A cópia de cada foto e vídeo que vai para o Instagram fica no cofre só até a publicação. O Instagram busca cada arquivo por um link que vence em 2 horas. Com o post no ar, essa cópia é apagada. O que sobrar por erro é apagado em até 3 dias. Os arquivos originais e a legenda ficam nas pastas de trabalho da LEA.IA, junto do projeto do post.

Os números e a lista de posts vão para o escritório da LEA.IA, o servidor do nosso time. Lá e nas pastas de trabalho fica também o registro de cada post publicado, com a data, o @, o formato e o link. O registro mostra quando e por onde o Luiz deu o ok final. O seu ok fica na conversa em que você aprovou.

A chave vale 60 dias. Quando faltam 30 dias, o site renova sozinho. Se a renovação falhar, o Luiz recebe um aviso com o @ do perfil.

Para desconectar, abra o Instagram, vá em Configurações, Apps e sites, e remova o app da LEA.IA, que aparece com o nome LEA Publisher-IG. A chave para de funcionar na hora, e a LEA.IA não consegue mais publicar nem ler o perfil.

Remover o app no Instagram não apaga sozinho o que ficou no cofre. A chave, que já não funciona, e os dados do perfil ficam lá até a gente apagar. Para apagar, escreva para luiz.amaral@grupo-lea.com com o @ do perfil. Apagamos a chave e os dados do perfil em até 15 dias e avisamos quando terminar.

Quando o trabalho com a gente acaba, paramos de renovar a chave. Em até 15 dias, apagamos a chave e os dados do perfil, mesmo que você não remova o app. O registro dos posts publicados também é apagado a pedido, a não ser que precise ficar como prova num caso aberto. Os posts que já saíram continuam no seu Instagram, e só você apaga post por lá.

Quem mais recebe dados

Para o site funcionar, outras empresas tratam dados para nós ou por conta própria:

  • Vercel. Hospeda o site e o cofre das chaves do Instagram. Servidores nos Estados Unidos e em outros países.
  • Google. Faz a medição, só se você aceitar. Guarda também os e-mails que chegam ao Luiz, as pastas de trabalho e a cópia cifrada do servidor do escritório. Servidores nos Estados Unidos e em outros países.
  • Meta. É dona do WhatsApp e do Instagram. A conversa e a conexão do Instagram passam por ela, pelas regras dela. Servidores nos Estados Unidos e em outros países.
  • Empresas de bastidor. A IA do time, a hospedagem do escritório, o serviço que guarda as pastas de trabalho e os serviços de aviso ao Luiz. Servidores nos Estados Unidos e em outros países. O nome de cada uma vai para quem pedir.

Por isso, dados do site saem do Brasil, para os Estados Unidos e, em alguns serviços, para outros países. Algumas dessas empresas só prestam serviço para nós e se comprometem a usar os dados só para esse serviço. Outras, como a Meta, o Google e o serviço de inteligência artificial, seguem também as próprias regras de privacidade.

Não vendemos dados. Não entregamos os seus dados a ninguém para fazer anúncios.

Como protegemos

A chave do Instagram fica cifrada, e o site foi feito para só o código dele abrir a chave. O acesso ao servidor do escritório é feito por uma rede privada, e ele tem cópia cifrada todo dia. Do lado da LEA.IA, quem mexe nesses dados são o Luiz e o time de IA que trabalha para ele.

Nenhum sistema é à prova de tudo. Se acontecer um incidente que possa trazer risco ou dano relevante a você, avisamos você e a ANPD, como a lei manda.

Por que podemos usar os seus dados

A LGPD só deixa usar dados pessoais com uma razão que ela aceita. As nossas são estas:

  • A medição usa o seu sim. Sem ele, não medimos.
  • A conversa no WhatsApp e a conexão do Instagram servem para atender você e prestar o serviço que você pediu.
  • Os registros da hospedagem, a sua escolha guardada e o cookie de segurança servem para o site funcionar com segurança. A lei chama isso de interesse legítimo, e você pode se opor.
  • O seu pedido sobre os seus dados fica guardado para provar que respondemos.

Seus direitos

A LGPD garante a você, a qualquer momento:

  • saber se temos dados seus e receber uma cópia deles
  • corrigir o que estiver errado ou desatualizado
  • pedir que apaguemos, bloqueemos ou tornemos anônimo o que não for necessário ou o que usamos fora da lei
  • retirar o seu sim à medição e pedir que apaguemos o que foi medido com ele
  • saber com quais empresas compartilhamos os seus dados
  • levar os seus dados para outro fornecedor
  • se opor a um uso feito sem o seu sim, quando ele não seguir a lei
  • saber o que muda se você não der o sim (no site, nada muda, só não medimos)

Como pedir

Escreva para luiz.amaral@grupo-lea.com e diga o que você quer. Para acharmos os seus dados, conte o número do WhatsApp que usou ou o @ do perfil do Instagram. Para ter certeza de que o pedido é seu, podemos pedir uma confirmação, como responder pelo mesmo WhatsApp.

Confirmamos logo se temos dados seus. A resposta completa, com o que temos, de onde veio, como usamos e para que serve, sai em até 15 dias. Nada é cobrado.

Se a resposta não resolver, você pode reclamar na ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, pelo site gov.br/anpd, ou no Procon.

Mudanças neste texto

Quando este texto mudar, a versão e a data abaixo mudam junto. Se a mudança for no que o site mede, a faixa pergunta de novo antes de medir. Se mudar quem cuida dos dados, para que usamos ou com quem compartilhamos, avisamos antes. O aviso vai para quem tem o Instagram conectado ou está em conversa com a gente.

Versão 2026-10-14.2, de 14 de outubro de 2026.